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Primeira viagem ao Leste Europeu: Guia com tudo o que você precisa saber

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Durante muito tempo, o Leste Europeu (também conhecido como Europa Oriental) ficou fora dos roteiros mais tradicionais de quem visitava a Europa pela primeira vez. Enquanto cidades como Paris, Roma e Londres concentravam quase toda a atenção, uma região repleta de história, arquitetura impressionante, boa gastronomia e preços muito mais acessíveis permanecia relativamente desconhecida para muitos viajantes.

A verdade é que isso mudou bastante nos últimos anos. Hoje, destinos como Budapeste, Praga, Cracóvia, Bucareste, Sofia e Ljubljana aparecem cada vez mais nos planejamentos de viagem. E não é difícil entender o motivo: além de oferecerem experiências culturais riquíssimas, essas cidades costumam proporcionar um excelente custo-benefício quando comparadas à Europa Ocidental.

Se esta será a sua primeira viagem ao Leste Europeu, provavelmente algumas dúvidas já passaram pela sua cabeça. Quais países fazem parte da região? É seguro viajar? Preciso de visto? Qual moeda devo levar? Quantos dias são suficientes? Vale a pena fazer um roteiro combinando vários países?

Ao longo deste guia, você vai encontrar respostas para todas essas perguntas. Além disso, vou compartilhar dicas práticas que fazem diferença na organização da viagem e ajudam a evitar erros comuns de quem está conhecendo a região pela primeira vez.

Independentemente de você estar planejando uma viagem econômica, uma lua de mel ou um mochilão pela Europa, este conteúdo vai servir como ponto de partida para montar um roteiro muito mais inteligente.

leste europeu guia viagem

Por que chamamos essa região de Leste Europeu?

Quem começa a pesquisar um roteiro de viagem pelo Leste Europeu logo percebe uma curiosidade: nem sempre existe consenso sobre quais países realmente fazem parte dessa região.

Isso acontece porque o termo Leste Europeu vai muito além da geografia. Durante boa parte do século XX, especialmente no período da Guerra Fria, ele passou a ser usado para identificar os países que estavam sob influência da antiga União Soviética. Como consequência, a expressão ganhou um significado político e histórico que permanece até hoje.

Depois do fim da Guerra Fria, muitos desses países passaram por grandes transformações e hoje fazem parte da União Europeia e até da Área Schengen. Ainda assim, o nome continuou sendo amplamente utilizado por viajantes, agências de turismo e guias de viagem.

Na prática, quando falamos em um roteiro de viagem pelo Leste Europeu, normalmente estamos nos referindo a países como Hungria, Polônia, República Tcheca, Eslováquia, Romênia, Bulgária, Croácia, Eslovênia, Sérvia, Bósnia e Herzegovina, Montenegro e outros destinos da região central e oriental do continente.

Vale destacar, porém, que alguns países não se identificam como parte do “Leste Europeu”. A República Tcheca, por exemplo, costuma promover sua localização como Europa Central, assim como Hungria, Polônia e Eslováquia. Essa preferência está relacionada tanto a aspectos históricos quanto culturais e geográficos.

Por isso, ao longo deste artigo utilizamos o termo Leste Europeu no sentido mais comum entre os viajantes: uma região que reúne alguns dos destinos mais interessantes da Europa, marcada por cidades históricas, excelente custo-benefício, culturas muito distintas e uma enorme diversidade de paisagens.

Onde fica o Leste Europeu e quais países fazem parte?

Antes de organizar o roteiro, existe um detalhe importante: não há um consenso absoluto sobre quais países pertencem ao Leste Europeu.

Imagem: https://brasilescola.uol.com.br/geografia/leste-europeu.htm

Dependendo da referência utilizada — geográfica, política, histórica ou cultural — a lista pode mudar um pouco. Isso acontece principalmente porque muitos países passaram por transformações significativas após o fim da União Soviética.

Na prática, porém, quando falamos em turismo, normalmente estamos nos referindo aos seguintes destinos:

Alguns roteiros também incluem países bálticos, como Estônia, Letônia e Lituânia, embora muitas publicações os classifiquem como Norte ou Nordeste da Europa.

O mais importante é entender que cada país possui identidade própria. Apesar de compartilharem parte da história recente, cultura, idioma, gastronomia, arquitetura e costumes variam bastante de um destino para outro.

Países do Leste Europeu: tabela resumida

Importante: Não existe uma classificação oficial sobre quais países fazem parte do Leste Europeu. A tabela abaixo considera os destinos que normalmente aparecem em roteiros turísticos pela região.

PaísCapitalMoedaFaz parte do Espaço Schengen?Faz parte da União Europeia?Idioma oficialCusto da viagem*
AlbâniaTiranaLek (ALL)❌ Não❌ NãoAlbanês💰
Bósnia e HerzegovinaSarajevoMarco Conversível (BAM)❌ Não❌ NãoBósnio, sérvio e croata💰
BulgáriaSófiaLev (BGN)✅ Sim✅ SimBúlgaro💰
CroáciaZagrebEuro (€)✅ Sim✅ SimCroata💰💰
EslováquiaBratislavaEuro (€)✅ Sim✅ SimEslovaco💰💰
EslovêniaLjubljanaEuro (€)✅ Sim✅ SimEsloveno💰💰
EstôniaTallinnEuro (€)✅ Sim✅ SimEstoniano💰💰
HungriaBudapesteForint (HUF)✅ Sim✅ SimHúngaro💰💰
LetôniaRigaEuro (€)✅ Sim✅ SimLetão💰💰
LituâniaVilniusEuro (€)✅ Sim✅ SimLituano💰💰
Macedônia do NorteSkopjeDenar (MKD)❌ Não❌ NãoMacedônio💰
MoldáviaChișinăuLeu Moldavo (MDL)❌ Não❌ NãoRomeno💰
MontenegroPodgoricaEuro (€)❌ Não❌ NãoMontenegrino💰💰
PolôniaVarsóviaZłoty (PLN)✅ Sim✅ SimPolonês💰💰
República TchecaPragaCoroa Tcheca (CZK)✅ Sim✅ SimTcheco💰💰
RomêniaBucaresteLeu (RON)✅ Sim✅ SimRomeno💰
SérviaBelgradoDinar Sérvio (RSD)❌ Não❌ NãoSérvio💰

* Custo da viagem (estimativa):

  • 💰 = baixo
  • 💰💰 = médio
  • 💰💰💰 = alto (nenhum dos países da lista costuma se enquadrar nessa categoria quando comparado à Europa Ocidental).

Vale a pena viajar para o Leste Europeu?

Na minha opinião, sim e muito. Alguns dos meus países preferidos para viajar estao no Leste Europeu e um que eu sempre indico é a Polônia.

O Leste Europeu consegue reunir algumas características que dificilmente aparecem juntas em outras regiões da Europa.

Primeiro, existe uma enorme diversidade cultural. Em poucos dias, você consegue visitar cidades medievais, castelos, igrejas ortodoxas, palácios imperiais, montanhas, lagos cristalinos e centros históricos preservados.

Além disso, muitos destinos ainda recebem menos turistas do que capitais famosas da Europa Ocidental. Como resultado, a experiência costuma ser mais tranquila, especialmente fora da alta temporada.

Outro ponto que pesa bastante é o orçamento.

Embora os preços tenham aumentado nos últimos anos, principalmente em cidades muito procuradas como Praga e Budapeste, ainda é possível gastar menos com hospedagem, alimentação e transporte quando comparado a destinos como Paris, Amsterdã ou Londres.

Leia mais em: Europa Ocidental x Europa Oriental: qual é mais barata e interessante?

Entre as principais vantagens estão:

  • excelente custo-benefício;
  • atrações históricas impressionantes;
  • transporte eficiente entre países;
  • gastronomia variada;
  • cidades menos lotadas;
  • hospedagens com ótimo padrão;
  • boa infraestrutura turística.

Por outro lado, vale lembrar que alguns países ainda possuem menor oferta de informações em português. Portanto, falar inglês, mesmo que apenas o básico, facilita bastante durante a viagem.

Se ficar na dúvida de onde ir no Leste Europeu, leia o post Cidades mais Bonitas para Viajar no Leste Europeu para te ajudar.

Precisa de visto para viajar ao Leste Europeu?

Para brasileiros, a resposta costuma ser simples: na maioria dos casos, não.

Grande parte dos destinos mais procurados faz parte do Espaço Schengen, permitindo a permanência de até 90 dias para turismo sem necessidade de visto. Saiba mais sobre a Europa e o Espaço Schengen neste post.

Entre eles estão:

  • Polônia;
  • Hungria;
  • República Tcheca;
  • Eslováquia;
  • Eslovênia.

Já países como Sérvia, Albânia, Bósnia e Herzegovina e Montenegro possuem regras próprias de entrada, mas normalmente também permitem a entrada de brasileiros sem visto para viagens de turismo.

Mesmo assim, antes de comprar as passagens, vale conferir as exigências atualizadas de cada país, já que regras migratórias podem sofrer alterações.

Outro detalhe importante é o seguro viagem.

Embora nem todos os agentes de imigração solicitem esse documento, vários países do Espaço Schengen exigem uma cobertura mínima de 30 mil euros.

Antes de embarcar, vale comparar os preços do seguro viagem. Uma boa ideia é pesquisar na Seguros Promo, que reúne planos de diversas seguradoras e facilita encontrar uma opção com bom custo-benefício.

mapa guia leste europeu

Qual é a melhor época para conhecer o Leste Europeu?

Essa resposta depende muito do estilo de viagem que você procura. Cada estação transforma completamente a experiência.

Primavera (março a junho)

Para muita gente, esta é a melhor época do ano.

As temperaturas ficam agradáveis, os parques começam a florescer e as cidades ainda não estão tão cheias quanto no verão.

Além disso, os preços costumam ser mais equilibrados.

Se você pretende caminhar bastante e explorar centros históricos, a primavera oferece um clima bastante confortável.

Verão (junho a setembro)

O verão é a alta temporada em praticamente toda a Europa.

Os dias são longos, várias atrações funcionam com horários estendidos e há inúmeros festivais ao ar livre.

Em compensação, espere encontrar filas maiores, hotéis mais caros e pontos turísticos bastante movimentados.

Ainda assim, é uma excelente época para conhecer cidades às margens do Rio Danúbio ou combinar o roteiro com praias da Croácia e Montenegro.

Outono (setembro a novembro)

Quem prefere temperaturas mais amenas costuma gostar bastante do outono.

As árvores ganham tons avermelhados, os parques ficam lindos para fotografar e o fluxo de turistas diminui bastante após setembro.

Além disso, muitos hotéis reduzem as tarifas.

É uma época excelente para quem busca uma viagem mais tranquila.

Inverno (dezembro a fevereiro)

O inverno proporciona uma experiência completamente diferente.

As temperaturas podem ficar negativas durante vários dias, principalmente na Polônia, Hungria e República Tcheca.

Por outro lado, essa também é a época dos famosos mercados de Natal, das pistas de patinação e das cidades cobertas de neve.

Se você gosta desse clima, dificilmente vai se arrepender.

Quantos dias são ideais para conhecer o Leste Europeu?

Esse é um dos erros mais comuns entre quem está organizando a primeira viagem. Como as distâncias parecem pequenas no mapa, muita gente monta roteiros extremamente corridos.

Parece perto, mas por exemplo: De Praga para Cracóvia são cerca de 7 horas de trem.

Na prática, isso significa trocar constantemente de hotel, passar horas em deslocamentos e aproveitar pouco cada destino.

Na maioria dos casos, o ideal é reservar entre 12 e 20 dias. Esse período permite conhecer diferentes países sem transformar a viagem em uma corrida contra o relógio.

Uma sugestão bastante equilibrada seria:

  • 4 dias em Budapeste;
  • 4 dias em Praga;
  • 4 dias em Cracóvia.

Outra possibilidade é focar apenas nos Balcãs, combinando países como Croácia, Montenegro, Bósnia e Herzegovina e Albânia.

Se você prefere explorar cada destino com calma, viajar para menos cidades costuma proporcionar uma experiência muito mais rica.

Quanto custa viajar para o Leste Europeu?

Uma das maiores vantagens do Leste Europeu é que ainda é possível fazer uma viagem excelente gastando menos do que em boa parte da Europa Ocidental. Isso não significa que todos os países sejam baratos, mas, no geral, o custo-benefício costuma compensar.

Naturalmente, o valor final depende do seu estilo de viagem. Quem prefere hostels, transporte público e refeições simples consegue economizar bastante. Por outro lado, quem busca hotéis mais sofisticados e experiências exclusivas encontrará opções com preços competitivos em comparação a destinos como França, Suíça ou Itália.

Em média, considere o seguinte orçamento por pessoa:

CategoriaMédia por dia
Econômico€50 a €80
Intermediário€90 a €150
Confortável€160 a €250+

Esses valores normalmente incluem hospedagem, alimentação, transporte local e passeios, mas não consideram as passagens aéreas internacionais.

Além disso, alguns destinos ainda são significativamente mais baratos do que outros. Cidades como Sofia, Bucareste e Belgrado costumam ter custos menores, enquanto Praga, Dubrovnik e Budapeste apresentam preços mais elevados, especialmente durante o verão.

Se a ideia for economizar, viajar na baixa temporada pode reduzir bastante o orçamento.

Na hora de reservar a hospedagem, vale comparar hotéis, apartamentos e hostels para encontrar as melhores tarifas. Nós reservamos na Booking.com para conseguirmos o melhor custoxbenefício.

Qual moeda levar em uma viagem pelo Leste Europeu?

Essa é uma dúvida muito comum entre quem visita vários países na mesma viagem. Embora alguns destinos utilizem o euro, muitos mantêm suas próprias moedas nacionais.

Veja alguns exemplos:

PaísMoeda
HungriaFlorim (HUF)
PolôniaZłoty (PLN)
República TchecaCoroa Tcheca (CZK)
RomêniaLeu (RON)
BulgáriaLev (BGN)
SérviaDinar Sérvio (RSD)
AlbâniaLek (ALL)
CroáciaEuro (€)
EslovêniaEuro (€)
EslováquiaEuro (€)

Por isso, nem sempre faz sentido trocar dinheiro antes de cada fronteira. Nós sempre levamos Euro e trocamos em casas de câmbio nas cidades.

Hoje, muitos viajantes utilizam cartões internacionais de débito, contas multimoedas ou fazem pequenos saques em caixas eletrônicos quando necessário. Saiba qual cartão escolher lendo o post Wise ou Nomad – Qual o Melhor Cartão para uma Viagem Internacional?

Independentemente da estratégia escolhida, vale sempre ter uma pequena quantia em espécie para situações em que cartões não sejam aceitos.

Como funciona o transporte entre os países?

Viajar pelo Leste Europeu costuma ser bastante simples. Dependendo do roteiro, você pode combinar trens, ônibus e voos de baixo custo.

Você pode usar um aplicativo para descobrir qual seria a melhor opção para seu deslocamento. Nós te ensinamos a usar o Rome 2 Rio nestes posts: Como viajar pela Europa (ônibus, trem, carro ou avião?) – Rome2Rio e Rome2Rio: O Que É, Como Funciona e Se Vale a Pena

Trem

Os trens são uma excelente opção para deslocamentos entre cidades próximas.

Algumas rotas bastante populares incluem:

  • Budapeste → Viena
  • Budapeste → Bratislava
  • Praga → Cracóvia
  • Praga → Bratislava

Além de confortáveis, muitas viagens oferecem paisagens bonitas durante o percurso.

Ônibus

Empresas como FlixBus e RegioJet conectam dezenas de cidades da região.

Em muitos casos, os ônibus são mais baratos do que o trem e possuem horários bastante frequentes.

Para quem deseja economizar, essa costuma ser uma das melhores alternativas.

Avião

Quando as distâncias aumentam, voos podem economizar bastante tempo.

Companhias low cost operam diversas rotas dentro da Europa, embora seja importante ficar atento às regras de bagagem, que costumam ser bastante restritivas.

O transporte público nas cidades do Leste Europeu funciona bem?

De maneira geral, sim.

Grande parte das capitais possui uma excelente rede de transporte público como metrô, bondes (tram), ônibus e trens urbanos que facilitam bastante a locomoção.

Budapeste, por exemplo, possui uma das redes de metrô mais antigas do continente.

Praga também é conhecida pela eficiência dos seus bondes, enquanto Varsóvia combina metrô moderno com uma extensa rede de ônibus.

Na maioria das cidades, comprar um passe diário ou de vários dias costuma valer mais a pena do que adquirir bilhetes individuais.

imagem leste europeu

É seguro viajar pelo Leste Europeu?

Essa é outra dúvida frequente, principalmente entre quem nunca visitou a região. De forma geral, sim.

Pessoalmente, depois de 3 viagens e 1 delas passando mais de 3 meses no Leste Europeu, eu considero a região bastante segura, principalmente para os padrões que nós brasileiros estamos acostumados.

A maior parte dos destinos turísticos apresenta índices de segurança semelhantes aos encontrados em outras cidades europeias.

Naturalmente, alguns cuidados continuam sendo importantes:

  • mantenha atenção em locais muito movimentados;
  • cuide da mochila em estações e transportes públicos;
  • evite deixar objetos de valor à mostra;
  • utilize cofres disponíveis nos hotéis;
  • prefira táxis oficiais ou aplicativos.

Furtos de carteira e celular continuam sendo o problema mais comum, especialmente em áreas muito turísticas.

Fora isso, caminhar durante o dia e à noite costuma ser bastante tranquilo nas regiões centrais das principais cidades.

Como é a internet no Leste Europeu?

A infraestrutura surpreende bastante.

Em praticamente todas as capitais há excelente cobertura de internet móvel e Wi-Fi gratuito em hotéis, cafés, restaurantes e até em algumas praças.

Se você pretende visitar vários países, utilizar um chip internacional ou um eSIM costuma ser a opção mais prática.

Nós usamos e indicamos os e-Sim da Airalo que sempre funcionou muito bem em todos os países que estivemos.

Além de facilitar o uso de mapas e aplicativos de transporte, você evita depender constantemente de redes públicas.

Quais países escolher na primeira viagem ao Leste Europeu?

Essa resposta depende principalmente do tempo disponível. Ainda assim, alguns destinos costumam agradar praticamente todos os perfis de viajantes.

Hungria

Budapeste é considerada uma das cidades mais bonitas da Europa.

O Parlamento às margens do Danúbio, os banhos termais, os cafés históricos e a vida noturna fazem da capital húngara uma excelente porta de entrada para a região.

Post sugerido: Guia Completo da Hungria com roteiro e dicas

República Tcheca

Praga impressiona logo nos primeiros minutos.

Seu centro histórico preservado, as ruas de pedra, a Ponte Carlos e o Castelo de Praga criam um cenário que parece saído de um livro de história.

Além disso, é uma cidade fácil de explorar a pé.

Post sugerido: Guia Completo da República Tcheca com roteiro e dicas

Polônia

Muito além de Varsóvia, a Polônia reúne cidades históricas, castelos medievais e importantes locais relacionados à Segunda Guerra Mundial.

Cracóvia costuma ser um dos grandes destaques da viagem.

Post sugerido: Guia Completo de Viagem – Polônia com roteiro e dicas

Romênia

Quem procura castelos, natureza e cidades medievais encontra na Romênia uma ótima opção.

Brasov, Sibiu e o Castelo de Bran costumam aparecer entre os principais atrativos.

Além disso, Bucareste surpreende quem gosta de arquitetura e história recente.

Post sugerido: Guia Completo da Romênia com roteiro e dicas

Bulgária

A Bulgária ainda é pouco explorada por brasileiros.

No entanto, Sofia, Plovdiv e o Mosteiro de Rila mostram uma combinação interessante de cultura, gastronomia e preços acessíveis.

Post sugerido: Guia Completo da Bulgária com roteiro e dicas

Roteiros para quem está viajando pela primeira vez

Se você ainda não sabe por onde começar, estes roteiros costumam funcionar muito bem:

https://worldby2.com.br/roteiros-leste-europeu

O que não pode faltar na mala?

O clima muda bastante ao longo do ano. Por isso, montar a mala considerando a estação faz toda a diferença.

Independentemente da época, alguns itens sempre são úteis:

  • adaptador universal de tomada;
  • tênis confortável;
  • mochila pequena para passeios;
  • garrafa reutilizável;
  • carregador portátil;
  • medicamentos de uso contínuo.

Durante o inverno, inclua roupas térmicas, segunda pele, luvas, gorro e um bom casaco impermeável.

Já no verão, roupas leves são suficientes para a maior parte da viagem, embora um casaco fino seja útil durante a noite.

Dicas que fazem diferença na sua primeira viagem ao Leste Europeu

Depois de escolher o roteiro e definir o orçamento, alguns detalhes podem tornar a viagem muito mais tranquila.

A primeira dica é não tentar conhecer muitos países em poucos dias. Embora as distâncias pareçam curtas, deslocamentos entre cidades consomem tempo. Além disso, fazer check-in e check-out constantemente acaba tornando a viagem cansativa.

Outra recomendação é reservar algumas atrações com antecedência, principalmente durante a alta temporada. Isso evita filas e garante horários mais convenientes para visitar os pontos turísticos mais concorridos.

Também vale a pena pesquisar os feriados nacionais dos países que fazem parte do roteiro. Em algumas datas, museus, comércios e atrações podem funcionar em horário reduzido ou permanecer fechados.

Se você pretende utilizar transporte público, baixe aplicativos offline de mapas antes de viajar. Eles ajudam bastante na locomoção e ainda economizam internet móvel.

Por fim, não deixe de experimentar a gastronomia local. Cada país possui pratos típicos muito diferentes, e essa costuma ser uma das melhores formas de conhecer a cultura de um destino.

Confira: As Melhores Comidas Típicas para Provar no Leste Europeu

Vale a pena fazer passeios guiados?

Depende do seu perfil de viajante. Se você gosta de explorar tudo por conta própria, dificilmente terá dificuldades nas principais cidades do Leste Europeu. A sinalização costuma ser boa, o transporte funciona bem e existem diversas informações disponíveis em inglês.

Por outro lado, alguns passeios ficam muito mais interessantes com um guia. É o caso de visitas a campos de concentração, castelos históricos, cidades medievais e excursões para bate-voltas.

Além de facilitar a logística, um guia costuma explicar detalhes históricos que passam despercebidos em uma visita independente.

Se você pretende fazer passeios, tours gastronômicos ou excursões de um dia, não deixe de fazer reserva antecipada pelo Get Your Guide, onde é possível comparar avaliações, preços e disponibilidade antes da viagem.

Conclusão

O Leste Europeu é uma região que costuma surpreender até mesmo quem já conhece outros destinos europeus. Cada país apresenta características próprias, seja na arquitetura, na gastronomia, na história ou na cultura. Isso faz com que uma única viagem reúna experiências bastante diferentes, mesmo percorrendo distâncias relativamente curtas.

Além disso, o excelente custo-benefício permite montar roteiros completos sem gastar tanto quanto em outros destinos tradicionais da Europa. Com um bom planejamento, é possível combinar cidades históricas, paisagens naturais, castelos, museus e experiências gastronômicas em uma única viagem.

Se esta será sua primeira visita à região, priorize um roteiro equilibrado. Em vez de tentar conhecer muitos países em poucos dias, reserve tempo para explorar cada destino com calma. Assim, você aproveita melhor cada cidade e torna a viagem muito mais agradável.

Agora que você já sabe como funciona uma viagem pelo Leste Europeu, fica muito mais fácil montar um roteiro de acordo com o seu orçamento, o tempo disponível e o estilo de viagem que procura.

Independentemente do país escolhido para começar, uma coisa é certa: dificilmente essa será sua única viagem pela região.

Perguntas frequentes sobre o Leste Europeu (FAQ)

Quais países fazem parte do Leste Europeu?

Não existe uma definição única, mas, para fins turísticos, normalmente são considerados países do Leste Europeu destinos como Polônia, Hungria, República Tcheca, Eslováquia, Romênia, Bulgária, Sérvia, Croácia, Eslovênia, Montenegro, Albânia e Bósnia e Herzegovina.

Quanto custa viajar para o Leste Europeu?

O valor depende do estilo de viagem, mas um orçamento intermediário costuma variar entre €90 e €150 por pessoa por dia, considerando hospedagem, alimentação, transporte e passeios. Em muitos casos, os custos ainda são menores do que em destinos tradicionais da Europa Ocidental.

Qual é a melhor época para conhecer o Leste Europeu?

Primavera e outono costumam oferecer o melhor equilíbrio entre clima agradável, menor quantidade de turistas e preços mais acessíveis. Já o verão é ideal para quem prefere dias longos, enquanto o inverno atrai visitantes interessados nos mercados de Natal e nas paisagens cobertas de neve.

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Paula e Roger

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